Transformação

Transformação
Entrevista com poetas

domingo, 26 de janeiro de 2020

Lorena Calábria Jornalista que escreveu o livro do disco Da lama ao caos Chico Science e Nação Zumbi.na Radio Mixtura

Jaime Diko Lopes entrevista com Lorena Calábria Jornalista que escreveu o livro do disco Da lama ao caos Chico Science e Nação Zumbi.

Sobre a autora
Lorena Calábria é jornalista de cultura, formada em Comunicação Social pela UERJ. Desde 1985, vem atuando em TV, rádio, web e mídia impressa. Trabalhou como repórter na revista Bizz (Editora Abril), TPM (Editora Trip) e Revista da Folha. Escreveu e/ou apresentou diversos programas, como Som Maior (Rede Manchete), Clip Clip (Red Globo), Cine MTV, Metrópolis (TV Cultura), Ensaio Geral (Multishow), Rádio Café (Oi FM), Sonora Live (portal Terra), entre outros. Atualmente, dirige e roteiriza projetos de audiovisual na sua produtora, La Strada.

Sobre a banda
Chico Science & Nação Zumbi foi a banda ícone do movimento Manguebeat e se tornou referência para a cena musical no país – desde a década de 1990 até hoje. A formação responsável pelo disco Da lama ao caos era composta por Chico Science (voz), Lúcio Maia (guitarra), Dengue (baixo), Toca Ogan (percussão), Jorge du Peixe, Gilmar Bolla 8 e Gira (alfaias) e Canhoto (caixa). O cantor, compositor e líder da banda Chico Science foi uma espécie de “cientista dos ritmos”. Sua busca pela batida perfeita uniu de maneira extremamente original o regional ao universal, criando uma nova sonoridade para a música brasileira. Chico Science participou dos dois primeiros discos – Da lama ao caos (1994) e Afrociberdelia (1996) – e de duas turnês internacionais com a banda, antes de sofrer um acidente de carro fatal em 1997.

@lorenacalabria @nacaozumbioficial #radiomixtura #dalamaaocaos #naçãozumbi #chicoscience #chicoscienceenaçãozumbi

Leandro Kintê na Radio Mixtura

Jaime Diko Lopes entrevista o produtor musical Leandro Kintê
Segunda 27 de Janeiro 2020 das 14h as 16h

Leandro dos Santos Souza (Leandro Kintê) natural de Santo André -SP
Começou sua carreira musical com o Reggae Music com a Banda Filhos da Terra
como Guitarrista e Hoje como vocalista da mesma.
Dentre estas transições com bandas locais ,ingressou na banda Varal Roots (hoje Veja Luz)
 Banda Leões de Israel(cujo o nome "Kintê "veio por ventura da mesma em 2008)
Filosofia Reggae, Z’áfrica Brasil e Família Imperial!

Já com alguns trabalhos na rua , como a Musica "Jazz e Vinho ", "Desejos" , “Desabafo”, “ O vale (tributo ao cantor Cassiano) , “Espasmo”, “ Cartas na mesa”, “Livro da vida”, “ Toda Honra” e  “ O caminho de Luz”  , já podem ser ouvidas em todas as plataformas digitais.

Em 2019 embarca na carreira de produtor musical , lança o selo “Kintê House Produções”, onde vem lançando e produzindo artistas da comunidade e de grande expressão no mercado musical onde já se encontra o disco “Dance Reggae Music” do cantor FamilyRas, que conta com a participação de Finnu Ras da banda Veja Luz, Funk Buia do grupo Z’áfrica Brasil , entre outros.
Muito em breve estará lançando o álbum intitulado “Kintê canta Tim”, tratando-se de um tributo ao Mestre do Soul Brasileiro Tim Maia em um formato totalmente Reggae/Dub. Aguardem novidades.

Pitoniza na Radio Mixtura

Jaime Diko Lopes entrevista A MC Pitoniza
Segunda 3 de Fevereiro 2020 das 16h as 18h

SOBRE Pitoniza, mulher precoce, poeta MC, passou pelas ruas e as drogas das “calles” argentinas. Aos 16 anos, foi na escrita e no Rap music que encontrou novos caminhos que expandiram para os outros elementos do movimento, até que compreendesse a força
unida da rima, da batida, do movimento corpo-chão e da ocupação dos muros da cidade; o HIP-HOP.

Aos 18, fez as primeiras rimas nas praças de Guernica, seu bairro, localizado no extremo sul de Buenos Aires. Foi lá também na união Macumbeiros Crew, compostas por produtores e MCs que além da arte levam consigo a espiritualidade do candomblé.

Em 2016, chega ao Rio de Janeiro determinada a fazer da música sua premissa e a trocar vivências com o Hip-Hop do Brasil.

Descobriu assim, novas conexões com as raízes latinas e africanas. Neste processo lançou seus dois primeiros sons, “Mi Jurisdicción” e
“Hope Go Run” e canta na Fundição Progresso. Muda-se para São Paulo em 2018 e encontra no Grajaú um lugar de pouso como na sua "quebrada" de raiz. Iniciou nessa época o Projeto: Do Graja Pro Mundo, com foco no re-fortalecimento e disseminação do Hip Hop.
Apresentou-se em unidades diferentes do SESC, Casas de Cultura, Centros

Culturais espalhados pelo estado e em uma apresentação especial, na "Soy Latino" evento realizado no Memorial da América Latina. Deu entrevistas nas rádios FAAP e USP (2019).

Protagonizou o documentário “Cantos de Origen” dirigido pela AIC em 2019 e se apresentou na Expo Music São Paulo 2019.

Atualmente, integra a banda Resistência Pugnaz (RAP) com artistas residentes do Grajaú. Em dezembro (2019) lançou seu primeiro álbum Valores de forma totalmente independente. Pitoniza trás suas histórias, sua religião, seus valores, a rua, o rap, e o hip hop por inteiro. Seus passos levam aos palcos sua produção de “Hip Hop Afrolatino”

eternizando a memória de todos os elementos vivos e juntos.

ASÈ

domingo, 5 de janeiro de 2020

Da Caixa Pra Fora com Eduardo Brechó na Radio Mixtura

Todas as Terça feira 2020
Ao vivo! Das 19h até as 20h
Podcast Da Caixa Pra Fora com Eduardo Brechó na Radio Mixtura
ESCUTA AI

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Roberta Oliveira & O Bando de Lá lançam vídeo clipe com a musica Oya oya de Chico Saraiva e Delcio de Carvalho

O video clip esta lindo veja com seus próprios olhos



FICHA TÉCNICA

Congas, Atabaque e Efeitos: Binho Geronimo
Xequerê: Monalisa Madalena
Agogo e Surdo: Monica Silva
Caxixi e Ganzá: Charles Quitute
Violão 6 aço e nylon: Matheus Nascimento
Cavaco: Parcio Anselmo
Violão 7: Luiz Ribeiro
Trombone e Bombardino: Allan Abbadia
Flauta e Sax Alto: Walter Pinheiro
Flughel: Marco Stoppa
Baixo: Alex Barbosa
Chimbal: Gabriel Spazziani
Palmas: Roberta Oliveira, Monica Silva, Luiz Ribeiro, Binho Geronimo,Monalisa Madalena e Matheus Nascimento
Coro: Laura Guellere, Ligia Fernandes, Monica Silva, Luiz Ribeiro, Matheus Nascimento e Gabriel Spazziani
Arranjo Base: Matheus Nascimento
Arranjo Sopros: Allan Abbadia
Produzido na Casa da Lua Áudio

Equipe Técnica
Coleta Filmes: Allan Lima, Bruno Ramos, Lazaro Eduardo
(Direção de Fotografia/Montagem)
Assistente de Câmera: Daniela de Oliveira
Direção de Arte: Simone Batata
Figurino: Danielle Tereza Arruda
Produção Geral: Matheus Nascimento
Apoio: Camisaria Tereza
Studio InBlue  Brazil
Casa Barbosa

sábado, 28 de setembro de 2019

Rádio Mixtura no programa É de Casa do O Zeca Camargo da rede Globo.

Hoje a Rádio Mixtura apareceu no programa É de Casa do O Zeca Camargo da rede Globo.
A matéria foi para apresentar em rede nacional o coworking da Agência Solano Trindade.
A tecnologia do nosso espaço é compartilhado onde temos a cozinha da tia Nice que é servido a alimentação no quintal que tem a estrutura de bambu e teto de caixa de leite e tubo de pasta de dente feito pela Oficina de Bambu e tem essa é outras soluções de obras sustentáveis , sem contar o cenário de grafite que tem pela casa, Onde tem um acervo de obras de artes de artistas da quebrada, Onde tem marcas de roupas e acessórios com as tendências afros,indgenas,nordestinas, urbanas e periféricas, Onde temos um armazém de orgânicos e cerveja Artesanal
Rsrsrsrs muita coisa! né?
Chega mais venha conhecer.
Gratidão ao repórter Manoel Soares a produtora Leticia
CLIQUE AQUI PARA VER MATERIA
https://globoplay.globo.com/v/7958540/programa/

terça-feira, 17 de setembro de 2019

Poemas da recordação e outros movimentos - Conceição Evaristo

Como você define poema? A palavra mesmo. O conceito. Define como o que é belo? Mesmo quando a/o poeta fala de dor? Não me parece razoável. Seria a tradução lírica do mundo? Mas isso pode ser a definição de qualquer literatura mais subjetiva, não?

Às vezes a gente tem essa necessidade de colocar tudo numa caixinha, talvez pra ter a sensação de que entende e controla o mundo. Ao ler Poemas da recordação e outros movimentos (Malê, 2007), de Conceição Evaristo, eu quis definir e dizer: é isto, e por isso vocês devem lê-lo.

Então, eu tentei comparar com aqueles poemas que conheci na escola. Textos em que as professoras falavam sobre métrica, versos com formas x, y, z, assim e assado, poemas de contemplação, sobre a mulher poetisa/musa, sobre pobreza vista de fora, sobre como a vida e a cidade são selvagens e engolem as pessoas, não as pessoas que escreviam, outras pessoas. Mas não, não é ai que eu o encontro. Este é um livro sobre trajetórias, individuais e coletivas, em primeira pessoa.

Aí eu lembrei das e dos poetas que me fizeram amar poesia. Gente dos saraus e slams em bares, praças, terminais de ônibus, confrarias orgânicas nas bordas da cidade. Do poema escrito, mas principalmente oral, dito. Gente que te leva pra dançar enquanto declama, que traz ancestralidade, mas com o fôlego de ter nascido ontem. É. Poemas é tudo isso, mas não só.

É uma publicação que propõe um diálogo entre passado e presente, e aí está o que o faz indispensável. A autora constrói uma ponte entre dois tempos, e por isso, ao mesmo tempo que seus versos me soaram novos, senti familiaridade ao ler. É que eu já tinha visto e ouvido sua escrevivência nas e nos poetas da minha geração. Pergunte a eles e elas quem os inspira, e certamente Evaristo será citada. Em Poemas da recordação você poderá sentir e ver parte da poesia, no seu sentido mais amplo, que inspira e impulsiona toda uma nova geração de escritoras e escritores pretos e/ou periféricos.

As metáforas usadas por Evaristo cortam suave, mas profundo:

"E depois, sempre dilacerada,
a menina expulsou de si
uma boneca ensanguentada
que afundou num banheiro
público qualquer." (p. 50)

Não nos deixam esquecer que a dor tem historicidade:

"As certidões de óbito, os antigos sabem,
veio lavrada desde os negreiros." (p. 17)

Mas dão fôlego pra continuar apesar de:

"E se cai, nunca se perdem
os seus sonhos esparramados
adubam a vida, multiplicam
são motivos de viagem" (p. 60)

Foto: Richner Allan

O livro tem seis divisões com pequenas introduções em prosa-poesia seguidos de poemas sobre o tempo, ancestralidade, ser mulher negra, maternidade, afeto, fé, escrita. Versos atentos sobre o cotidiano minúsculo, mas também sobre a macro história que nos trouxe até aqui.

Evaristo tem uma longa trajetória e vasta  publicação de suma importância. São romances, estudos e antologias, mas esta é a primeira publicação individual com poemas, originalmente de 2003.

A maioria de seus versos estão nos Cadernos Negros, do coletivo Quilombhoje, importante instrumento de divulgação e fortalecimento da escrita negra no Brasil desde a década de 1970.

Poemas da recordação e outros movimentos é um livro curto, mas intenso e por isso é preciso tempo e atenção para lê-lo. Os temas que o atravessam estão no nosso dia a dia, mas o olhar experiente e primoroso de Evaristo nos leva pra ver mais de perto, nos movimenta e causa inquietação, mexe em feridas fundas ao mesmo tempo que te convence a continuar.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Rádio Mixtura apresenta DJ Marco SP sessão mixtape20anos Bocada Forte


Rádio Mixtura apresenta Dj Marco SP sessão mixtape20anos Bocada Forte
Quarta-Feira 11 de Setembro 20:30 ate 22h
🎶 vai mandar só as pedradas.
LINK DA RADIO
📻https://www.radiomixtura.com.br/



LINK DE EVENTO
https://www.facebook.com/events/911549912535835/

Brasa Bass Sounds​ coletivo feminino de sistema de som na Rádio Mixtura​

Quarta, 4 de SETEMBRO as 20h:30m
🔊Brasa Bass Sounds​ coletivo feminino de sistema de som na Rádio Mixtura​ - Só com vinil​
🎶Seletoras: Evellyn e Walds
vai mandar só as pedradas.toda primeiras quartas do mês
LINK DO EVENTO https://www.facebook.com/events/422282751692084/
📻LINK DA RÁDIO https://www.radiomixtura.com.br
BIG UP!

REALIZAÇÃO
@radiomixtura
APOIO
@elchoqproducoes
@agsolanotrindade
@bocadafortebf
BIG UP!
#brasabasssounds #radiomixtura
#elchoqproducoes
#agsolanotrindade

sábado, 24 de agosto de 2019

Z'África Brasil no Centro Cultural São Paulo

Domingo, 25 de agosto de 2019 de 17:30 a 19:30
Centro Cultural São Paulo - CCSP apresenta:Z'África Brasil e Banda
Lançamento em Vinil duplo do álbum
Antigamente Quilombos Hoje Periferia
Participação especial Nalla
Produção: El Choq! Produções
LINK DO EVENTO
https://www.facebook.com/events/2100223263615443/
Z'África Brasil lança vinil duplo do clássico “Antigamente Quilombos, Hoje Periferia” Para comemorar os 17 anos ?do lançamento do disco “Antigamente Quilombos, Hoje Periferia” , de 2002, o grupo de rap Z’África Brasil apresenta edição do álbum em vinil duplo. A obra foi um marco no rap nacional do século 21 por sua estética inovadora baseada na cultura afrobrasileira. Fundado na metade da década de 1990, o Z’África trouxe questões políticas e raciais rimadas com a legitimidade de quem conhece as periferias de São Paulo.
SERVIÇOS
Data: 25/08 / Hora: 18:00 / Preço: R$25.00
Evento Categoria: Espetáculo Musical / Show
Local Centro Cultural da Cidade de São Paulo
Rua Vergueiro, 1000 - Liberdade
São Paulo, SP 01504-000 Brasil


domingo, 11 de agosto de 2019

Breddas Warriors na Rádio Mixtura

Quarta Feira, 21 de AGOSTO de 2019 de 19:00 a 22:00
Breddas Warriors na Rádio Mixtura
Seletores: Gustavo Lopes, Rafael Moraes e Ricardo Carvalho
vai mandar só as pedradas.
www.radiomixtura.com.br
BIG UP!

sexta-feira, 26 de julho de 2019

Premio Sarau da Cooperifa 2019 para Sarau Verso em Versos​

Salve Salve. É um sentimento inenarrável receber um prêmio de uns dos quilombos culturais e periférico reconhecido e respeitado pelo Brasil
Terça feira 23 Julho 2019, o Sarau Verso em Versos​ teve a honra receber uma homenagem do Sarau da Cooperifa pela sua atuação que vem fazendo entre becos e vielas
Foram muitos brindes, sorrisos e abraços.
Esse prêmio é de todas as pessoas fez e faz contribuindo  para que sejamos uma realidade antes, hoje e sempre.
Seguimos a luta...
Gratidão....

Conheça nosso site www.versoemversos.com.br


segunda-feira, 22 de julho de 2019

Verso em Versos homenageado no Sarau da Cooperifa

Salve Salve...amanha terça feira 23 de Julho as 20h.
O Sarau Verso em Versos terá a honra de ser homenageados no Sarau da @cooperifa.oficial 
Bora brindar essa celebração!
É muita emoção que não cabe no coração 
Até lá!


domingo, 14 de julho de 2019

Verso em Versos na Casa de Cultura Campo Limpo 2019

Queremos agradecer e dizer que o
Sarau Verso em Versos na Casa de Cultura Campo Limpo foi inspirador
Saudamos a Tula Pilar que participava do nosso sarau sempre com seu astral fenomenal.
Lançamos 5 Livros da Tendadaspalavras Embuscadasartes de Embu das Artes.
Microfone aberto tivemos crianças, jovens, adultxs e jovens da terceira idade.
Produção ficou por conta da @elchoqproducoes
Até a próxima!

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Ounje- Alimento dos Orixás apresenta Umoja no Sesc Ipiranga

Ounje- Alimento dos Orixás apresenta Umoja no Sesc Ipiranga
Terça-feira, 9 de julho de 2019 de 16:00 a 17:00

O Xirê com Grupo Umoja e Convidados.

A palavra xirê significa brincar, dançar, e denota o tom alegre da festa de candomblé, aonde os próprios orixás vêm a terras para dançar e brincar com seus filhos.
Durante o xirê, os orixás são saudados e louvados com cantigas e
coreografias próprias.
O Umoja trabalha com diversas linguagens artísticas, com ênfase nas referências às culturas afro-brasileiras e nos seus aspectos híbridos, danças dramáticas populares e musicalidades, cocos, maracatus, sambas rural, de roda, ciranda, afoxé e Xirê. Umoja na língua africana Swahili, falada na costa oeste da África, significa Unidade.


Dançarinas(os)
Arlete Alves, Ander Anastácio, Ainá Margot, Cau  Andrade, Carol Rocha Ewaci, Débora Marçal, Priscila Obaci, ROSI ELOY
Músicos
Alexandre Buda, Carlos de Xangô, João Vitor de jesus Aguiar

ENTRADA GRATUITA

SOBRE: Ounje- Alimento dos Orixás
Exposição propõe uma imersão artística na culinária e na cultura das religiões afro-brasileiras.

Produção: El Choq! Produções

LOCAL Sesc Ipiranga
Rua Bom Pastor, 822, 04203-000 São Paulo

LINK EVENTO
https://www.facebook.com/events/347665255918495/

quarta-feira, 19 de junho de 2019

domingo, 9 de junho de 2019

Verso em Versos na Casa de Cultura Campo Limpo​

Sábado, 15 de JUNHO de 2019 de 14:30 a 16:00
Local  Casa de Cultura Campo Limpo​
Rua Rua Aroldo de Azevedo, 100 - São Paulo
Ponto de referência Terminal Campo Limpo
Produção El Choq! Produções​
LINK DO EVENTO
https://www.facebook.com/events/2031175430518756/
MAIS INFORMAÇÕES
www.versoemversos.com.br

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Oganilu - O Caminho do Alabê de Vitor da Trindade

Oganilu, O caminho do Alabê, foi escrito nos anos de 2017 e 2018 e faz referência e reverência ao Ogan Alabê e tudo o que envolve este personagem que é o Mestre de Tambores da Orquestra dos Orixás, formada pelas vozes, pelo Gan, pelos atabaques e também pelo Xequerê.

Neste livro, focado especialmente nos Ogans do Ilê Axe Jagun, casa de candomblé que fica no Taboão da Serra, na Grande São Paulo vem contar um pouco da história e vida deste profissional do sacerdócio afrodescendente.

Colaborando- na desmistificação da religião, em sua relação com o leigo, e também no diálogo do Ogan com os seus parceiros de fé, buscando compreender sua vivência na sociedade tanto dentro como fora do Candomblé. Pois tanto para o Alabê como para as outras pessoas, trazemos aqui a abertura de um diálogo que pode trazer benefícios tanto ao iniciando e iniciado, como a aqueles que têm o Candomblé como objeto de estudo, ou simplesmente aos simpatizantes.

A música e a musicalidade dos Ogans é construtora da Música Popular Brasileira, moderna,
antiga e do futuro, e também com grande influenciamento sobre a música clássica europeia
criada no nosso país.

Este livro, seus bate-papos e palestras ilustradas, vão discutir estes vários pontos em seus
textos, apresentando a comunidade brasileira o Ogan Alabê sua virtuosidade e seu
conhecimento como sacerdote dos Orixás.

COMPRE AQUI

Sobre o Autor

Neto do renomado Poeta recifense Solano Trindade e filho da Artista Plástica Raquel
Trindade Vitor da Trindade é formado em música popular e mestrando em Etnomusicologia
pela USP, iniciando em 2019.

É profissional de música brasileira há mais de 40 anos, ensinando, e se apresentando como
performer e músico através de 04 continentes, incluindo a Ásia, África, Américas e Europa.
No Brasil apresenta-se tambem como palestrante e professor de cultura afro brasileira, em
espaços como o Masp e Sesc e universidades como Uniso, Usp e outros dentro e fora do
estado de Sã Paulo. Em todos estes trabalhos Trindade está sempre preocupado de manter
viva a cultura afro-brasileira, seguindo os passos de seus antepassados Raquel Trindade,
Margarida Trindade e Solano Trindade.

Vitor tem 07 discos próprios gravados, AYRÁ OTÁ, Vitor da Trindade e Carlos Caçapava
(2001), REVISTA DO SAMBA (2002), OUTRAS BOSSAS (2005), REVISTA BIXIGA
OFICINA DO SAMBA (2006), HORTENSIA DO SAMBA (2011), SAMBA DO
REVISTA(2014), OSSÉ, Vitor da Trindade (2015).

Oganilu, o Caminho do Alabê é seu primeiro livro.
Arte:
Cassimano
Revisão:
Luiz Carlos Teixeira de Freitas
Ilustrações:
Maria Trindade
Apoio cultural:
Agência Popular Solano Trindade

terça-feira, 28 de maio de 2019

Verso em Versos na Casa de Cultura Campo Limpo

Sábado, 15 de JUNHO de 2019 de 14:30 a 16:00
Local Casa de Cultura Campo Limpo
Rua Rua Aroldo de Azevedo, 100 - São Paulo
Ponto de referência Terminal Campo Limpo
Produção El Choq! Produções
MAIS INFORMAÇÕES
www.versoemversos.com.br

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Poemas | 1913-1956 - Bertolt Brecht

Uma literatura, seja de qual gênero for, é uma biografia, ainda que indireta, de seu autor e/ou tempo. Mas também pode ser atemporal, caso fale de anseios e frustrações pertinentes a qualquer época ou de questões da natureza humana.

Poemas 1913-1956, de Bertolt Brecht (Editora 34, 2012), é as duas coisas: é biográfico, porque o autor conta parte de sua trajetória ao mesmo tempo que fala sobre a ascensão do nazismo na Alemanha, e é atemporal, porque trata de questões que tocam a quase todos nós, mesmo quase cem anos depois.

O livro tem menos de um quarto dos poemas escritos por Brecht, que, além de poeta, foi um dos mais importantes dramaturgos do século XX. Paulo César de Souza, quem traduziu e selecionou os textos, diz que a seleção levou em consideração beleza e representatividade da obra geral, mas que a “traduzibilidade” foi elemento indispensável. Quer dizer: ele considerou se o texto mantinha sua ideia original depois de traduzida. Esse é um ponto em todas as traduções. Às vezes um texto só faz sentido em sua língua original, porque carrega histórias e sentidos regionais, questões singulares daquela cultura.

Poemas tem oito divisões temporais, feitas de acordo com a trajetória de Brecht. Em todas elas o poeta fala sobre a vida comum: os laços humanos, um dia bom ou ruim, o amor romântico, relação de pais e filhos, a natureza e suas manifestações; mas também sobre a sua causa: a luta social foi norteadora de seus trabalhos escritos. Há homenagem aos trabalhadores; saudações e críticas à esquerda, poemas sobre organização coletiva, responsabilidades individuais na luta, a ascensão do nazismo e a retórica inflamada e vazia do pintor, como ele chamava Hitler, e seus aliados (lembra alguém?).

Há muitos poemas que tratam do que foi sua principal fonte de vida e luta: o teatro. Brecht fala sobre a construção de uma peça, de como considerava importante fazer seus espetáculos para e junto do público, para que não fosse uma arte vazia. Há homenagens a atores; atrizes; colaboradores das peças; companheiros e companheiras de vida, enfim, gente com quem ele construiu a trajetória na junção da arte com a luta.

Nomes como Rosa Luxemburgo, Walter Benjamim, Máximo Gorki e Vladimir Lenin são eternizados pelo poeta. Ele nos conta ainda sobre sua vida no exílio provocado pelo nazismo, sobre lugares e pessoas que conheceu e sobre o sentimento de estar longe de casa.

É um livro denso, com muitas referências, um relato direto de quem viveu e se sensibilizou com um tempo nebuloso. São aulas sobre história política e sobre a construção de um dos teatros mais importantes do último século; tudo isso em versos, quase todos livres. Uma leitura que vale cada minuto que nos dedicamos.

O mais impressionante dessa seleção é como ela fala com nosso tempo. Alguns poemas parecem pensados para os protofascistas com quem temos lidado nos últimos meses.

Ouvi dizer uma vez que há estudiosos que não aprovam traduções literárias de qualquer gênero, ainda mais de poemas, porque a proposta original acaba sendo perdida. Em parte é possível que isso aconteça, como já comentado. Há textos que possuem referências muito específicas e cujo sentido completo está na língua original, mas não parece o caso desta seleção. Pode até ser que ler “Lista de preferência de Orge” (p. 48), “A despedida” (p. 137) ou “O cordão partido” (p. 142), três dos textos mais tocantes que já li na minha vida, em suas versões originais seja uma experiência maior. Mas, enquanto não aprendemos alemão, ficamos com o português. Perdemos por um lado, mas ganhamos por outro. Ganhamos principalmente por saber que arte e luta andam juntas desde muito, que compartilhamos sentimentos com um dos maiores escritores do século XX, que a resistência antifascista é antiga e que ela não foi derrotada, nem apagada no passado. E também não o será agora.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Jongo Embu - Z'África Brasil projeto TERRITÓRIOS - Sesc Pompeia

Salve Salve família ! El Choq! Produções está participando da produção do projeto TERRITÓRIOS do Sesc Pompeia que vai acontecer dia 23 de maio até 26 de maio 2019.
Só show maravilhoso! Nós precisamente estaremos na missão das celebrações abaixo. VAMOOOO

* Sábado, 25 de maio de 2019 de 21:00 a 23:30
Territórios apresenta: Z'África Brasil e Banda Lançamento em Vinil duplo do álbum Antigamente Quilombos Hoje Periferia Participações Especiais Nalla - Lino Krizz - Thaide 

* Domingo, 26 de maio de 2019 de 18:00 a 21:00
Territórios apresenta Jongo Embu das Artes no Sesc Pompéia

#Elchoq 
#elchoqproducoes 
#agsolanotrindade 
#radiomixtura
#RedeSaoLuis


sexta-feira, 29 de março de 2019

Papo de loko Primeiro episódio Daniel Minchoni e Marco Phé

Papo de loko é uma websérie poética onde a cada semana será lançado um vídeo com diferentes convidados, poesias e temas.



sábado, 23 de março de 2019

Breddas Warriors na Radio Mixtura

Quinta-feira, 4 de abril de 2019 de 19:00 a 22:00

Breddas Warriors na Radio Mixtura
Seletores: Gustavo Lopes, Rafael Moraes e Ricardo Carvalho vai mandar só as pedradas.
www.radiomixtura.com.br
BIG UP!
https://www.facebook.com/events/304049776940581/

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Boas vindas a mais nova colaboradora do site do Verso em Versos

Salve salve família

O site Verso em Versos esta com uma nova colaboradora para ajudar alimentar nosso portal de conteúdo importantíssimos.

Patricia Sodré professora de Historia moradora de Paraisópolis...

bora dar as boas vindas a elas.

Gratidão e luz na caminhada

 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

MUDAS | falas são sementes em germinação - Slam das Minas SP

Quando uma mulher escreve, uma revolução se inicia. Quando muitas mulheres escrevem numa antologia, a revolução está em pleno curso.

Foto: divulgação
Vinte e cinco mulheres plantaram suas poesias em Mudas | falas são sementes em germinação (Conecta Brasil, 2018), uma compilação organizada pela coletiva Slam das Minas SP, batalha de poesias itinerante de São Paulo.

Na coletânea as poetas falam das muitas maneiras de ser mulher. Se você me permitir um clichê, elas falam sobre a dor e a delícia de se ser. Versam sobre religiosidade, origens, coletividade, solidão, protagonismo, saúde mental, representatividade, masturbação, afeto, maternidade... São textos que cultuam o feminino e nos demonstram que tudo nele é sagrado, até o que for profano.

Nomes conhecidos da cena - grandes na singularidade, maiores no coletivo - compõem a publicação. Entre elas, Pam Oliveira, Aline Anaya, Jade Quebra, Mariana Felix, Carolina Peixoto, Thata Alves, Rayane Leão, Mel Duarte, Luz Ribeiro...

A capa é da Negahamburguer, artista conhecida pelo projeto Beleza Real, e a apresentação da Tatiana Nascimento, poeta, slamer e uma das articuladoras do Slam das Minas do DF - primeiro slam onde só minas falam, uma forma de acolher e fortalecer elas nesse rolê. 

O livro é um lembrete de que "a história do mundo saiu de um útero" e que o feminino não é só o futuro, mas também o presente.

Pra saber mais: Slam das Minas SP

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Filme o "Marighella" estreia no Festival de Berlim

Filme do Marighella.
Jajá nas telas

Esse é o pôster do filme "Marighella", inspirado no livro de Mário Magalhães.

Com Seu Jorge no papel do guerrilheiro e direção de Wagner Moura, "Marighella" estreia no Festival de Berlim no próximo dia 15.

A estreia nos cinemas brasileiros está prevista para abril. Enquanto isso, que tal ler o livro que o inspirou?
Leia a sinopse completa: https://www.versoemversos.com.br/2019/02/filme-o-marighella-estreia-no-festival.html

A vida de Carlos Marighella (1911-69) foi tão frenética quanto surpreendente. Militante comunista desde a juventude, deputado federal constituinte e fundador do maior grupo armado de oposição à ditadura militar - a Ação Libertadora Nacional -, esse mulato de Salvador era também um profícuo poeta, homem irreverente e brincalhão.
Nesta narrativa repleta de revelações, o jornalista Mário Magalhães investiga as várias facetas do biografado. Em ritmo de thriller, reconstitui com realismo desconcertante passagens pela prisão, resistência à tortura, operações de espionagem na Guerra Fria e assaltos da guerrilha a bancos, carros-fortes e trem-pagador. Mas também recupera a célebre prova de física respondida em versos no Ginásio da Bahia e poemas de amor.
Isso sem negligenciar a influência internacional de Marighella e seu "Minimanual do guerrilheiro urbano", guia que correu o mundo e virou cult nos anos 1960. Traduzido para dezenas de idiomas, é tido hoje como um clássico da literatura de combate político, e levou Jean-Paul Sartre, admirador do estilo de seu autor e de sua disposição para a ação audaz, a publicar artigos seus na revista Les Temps Modernes.
Proclamado pela ditadura militar como seu inimigo número um, o guerrilheiro foi morto em uma emboscada policial em São Paulo, na noite de 4 de novembro de 1969. Do início ao fim, esta biografia de tirar o fôlego apresenta informações inéditas sobre a trajetória de Marighella e o atribulado e apaixonante tempo em que ele viveu.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Secretario de Cultura de SP capital Alê Youssef recebe representante de Saraus e Slams

O Secretario de Cultura do município de SP Alê Youssef recebe representante de Saraus e Slams em seu gabinete.

Declaramos aqui apoio aos representantes e agradecemos o secretario por ter nos recebido e visto nossa proposta como positiva

Valeu Sarau do Binho, Sarau Perifatividade, Sarau Encontro das Utopias, Sarau do Burro, Menor Slam do Mundo e Slam do Corpo nos sentimos representados

Seguimos

sábado, 5 de janeiro de 2019

Aonde é o rolê? com Verso em Versos na Agência Solano Trindade.


Tivemos a honra de receber o veículo de comunicação Aonde é o role? em nosso aniversário de 6 anos que aconteceu em nosso quilombo Agência Solano Trindade.

Foi uma celebração de acolhimento e o programa Aonde é o role? registrou  maravilhosamente.

O programa conta um pouquinho do Verso em Versos e também fala do futuro e algumas estratégias para 2019.

Queremos agradecer toda a equipe que teve uma sensibilidade incrível desde as pergunta até o registro e edição do vídeo

Que venha mais programas maravilhosos tanto quanto esse que tivemos a honra de participar e os passados…

LUZ NA CAMINHADA Aonde é o role? E CONTE COM Verso em Versos.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Verso em Versos nos 465 anos de SP

Verso em Versos nos 465 anos de SP
Sábado, 26 de janeiro de 2019 de 17:00 a 18:30
Local Casa de Cultura Campo Limpo
Rua Rua Aroldo de Azevedo, 100 - São Paulo
Ponto de referência Terminal Campo Limpo
LINK DO EVENTO
https://www.facebook.com/events/918322521845204/













domingo, 30 de dezembro de 2018

Verso em Versos nos 465 anos de SP

Sarau Verso em Versos faz parte da programação Aniversário São Paulo que vai completar 465 anos.
SÁBADO, 26 de Janeiro às 17:00 – 19:00
Local Casa de Cultura Campo Limpo
Rua Rua Aroldo de Azevedo, 100 - São Paulo
Ponto de referência Terminal Campo Limpo
Mestres de cerimônia
Aline Anaya + James Lino + Jaime"Diko" Lopes + Isac Andrade
Produção de El Choq Produções
LINK DO EVENTO
https://www.facebook.com/events/918322521845204/

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Luana Bayô na celebração de 6 anos de luta do sarau Verso em Versos

Luana Bayô na celebração de 6 anos de luta do sarau Verso em Versos
Lançamento Coleção Sambas Escritos produzido por Samba Sampa